

Entre o silêncio e o vazio existencial: notas sobre pausa, tédio e presença
Eu estava assistindo a um vídeo da Fernanda Lima, no quadro terapiRa , e o tema era sobre as resoluções de 2026, próximo ao fim do vídeo elas comentam o quanto é difícil estarmos em silêncio, o quanto o “não fazer nada” é realmente terrível internamente. Hoje quando estamos entediados, principalmente em viagens que deveriam ser para descanso, entramos nas nossas mídias sociais e postamos coisas como “sintam a paz”, mas se nem nós mesmos sentimos essa paz, pelo contrário esta
21 de jan.2 min de leitura


Janeiro é tempo de voltar a si.
Nós, brasileiros, costumamos dizer que o ano só começa depois do Carnaval. Nunca compreendi totalmente esse modo de viver — se é que posso chamá-lo assim —, mas, como boa brasileira, também nunca questionei muito. Apenas aceitei que há um tempo suspenso entre o fim de um ano e o começo de outro. Pensando sobre o tema deste texto, me dei conta de que atravessamos o Natal, o Ano Novo, celebramos encerramentos e, então, janeiro chega como um intervalo. Um mês que se parece menos
13 de jan.2 min de leitura


Afetos que não cabem na mesa do Natal
O Natal está chegando. Mais uma vez nos vemos às portas de reuniões familiares, encontros que muitas vezes desafinam, mas que nesta época do ano costumam ser cobertos por uma camada espessa de tolerância forçada. Afinal, é Natal . Tenho sentido, a cada ano, mais dificuldade em estar em situações adversas. Talvez porque o mundo esteja mais ruidoso: a polarização, as redes sociais, os conflitos que atravessam o coletivo e chegam até a mesa posta. Sempre há aquela pessoa cuja pr
19 de dez. de 20252 min de leitura












